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Brasil sobe de 125º para 109º lugar em ranking sobre facilidade de fazer negócios do Banco Mundial

01 Nov 2018 - 10:03

Brasil sobe de 125º para 109º lugar em ranking sobre facilidade de fazer negócios do Banco Mundial
O Brasil avançou 16 posições no ranking do Banco Mundial que compara o ambiente de negócios em 190 países do mundo, passando da 125º para o 109º lugar.

De acordo com o relatório "Doing Business 2019", divulgado nesta quarta-feira (31) pela instituição, o Brasil facilitou o ambiente de negócios ao criar sistemas on-line para simplificar o registro de empresas (Redesim) e foi o país que obteve o maior avanço no ranking entre as economia da América Latina e Caribe.

Apesar da melhora, o país permanece na metade de baixo da tabela e segue atrás de países como Colômbia (65º) Chile (56º lugar) e México (54º lugar).

Dentre os Brics, o Brasil está na lanterna. O bloco é liderado por Rússia (31º) e seguido por China (46º), Índia (77º) e África do Sul (82º).

A liderança continua com a Nova Zelândia, seguida por Cingapura, Dinamarca, Hong Kong e Coreia do Sul. Os Estados Unidos se manteve em 8º lugar.

O relatório anual mede o impacto das leis e regulações e da burocracia no funcionamento das empresas. Entre os itens avaliados estão o número de dias gastos na abertura de empresas, no pagamento de impostos, na obtenção de alvarás de construção, na conexão com a rede elétrica e no registro de uma propriedade, na obtenção de crédito e na execução de contratos e resolução de insolvência.

O estudo identificou 314 reformas implementadas no último ano em 128 países para facilitação de negócios. De acordo com o Banco Mundial, essas mudanças possibilitam a criação de empregos e estimulam investimentos privados.

No Brasil, o relatório citou as mudanças introduzidas pela reforma trabalhista.

Avanços e entraves

Entre as melhoras registradas no Brasil, o relatório destaca a redução do tempo de abertura de empresas para 20,5 dias (em São Paulo, passou de 101 para menos de 7 dias), maior facilidade na obtenção de crédito e no comércio internacional.

No tópico comércio exterior, o Brasil avançou 33 posições, passando da 139ª para a 106ª colocação, registrando três anos consecutivos de evolução na área.

Em nota, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) avaliou que o resultado reflete avanços trazidos pela criação do Portal Único de Comércio Exterior e a utilização de certificados de origem digital, em substituição aos modelos em papel, o que contribuiu para a "melhoria de tempos e custos de importação".

O único quesito em que o país perdeu pontos foi no registro de propriedades.

A pior colocação do Brasil é no quesito pagamento de impostos, no qual o Brasil manteve a mesma pontuação do ano passado e aparece na 184ª posição.

O Brasil continua sendo o país onde as empresas gastam mais tempo para calcular e pagar impostos: 1.958 horas por ano em média. Na Bolívia, que ocupa o penúltimo lugar, são 1.025 horas por ano. Na Argentina, por exemplo, o tempo médio é de 311,5 horas/ano. Já no México o número cai para 240,5 horas/ano.

Fonte: G1

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